Comprar carro em 2026, em três minutos
O mercado mudou rápido. O elétrico finalmente furou a barreira dos R$ 100 mil com o Renault Kwid E-Tech, a enxurrada de marcas chinesas derrubou preços de usados e SUVs, e os juros seguem altos com a Selic em 14,25% ao ano em junho de 2026, o que encarece o financiamento. A pergunta deixou de ser "qual carro é mais bonito" e virou "qual custa menos para ter, não só para comprar".
Por isso estes guias começam pela conta real: o que você paga na entrada é só uma parte. Seguro, manutenção, pneu, autonomia e revenda decidem se o carro foi um bom negócio. Cada guia é independente e usa preço de catálogo verificado, com os custos de mercado sempre marcados como estimativa.
Se o orçamento é curto e a decisão é racional, compare o custo mensal de SUV e sedã antes de se apaixonar pela vitrine. Se quer elétrico, olhe a autonomia pelo Inmetro, não o número do marketing. E se vai de usado, siga o passo a passo para não herdar dívida nem dor de cabeça.